É a segunda pergunta que mais recebemos, logo depois do investimento — e quase sempre chega com uma data por trás: uma mudança marcada, uma obra terminando, um verão chegando. A resposta curta está no nosso contrato e é a mesma para todo cliente. A resposta útil é entender de onde esse prazo começa a contar, porque é aí que a maioria das pessoas se perde.
O prazo oficial, e de onde ele começa a contar
Prazo estimado de entrega e instalação: 25 dias úteis, contados a partir do pagamento da entrada e da aprovação da medição, o que ocorrer por último.
A última parte dessa frase é a que muda tudo. O relógio não começa no dia em que você nos chama, nem no dia em que aprova a proposta do projeto. Ele começa no mais tardio entre dois eventos: a entrada paga e a medição aprovada. Se a medição foi feita numa segunda e a entrada só entrou na sexta, a contagem começa na sexta.
Vinte e cinco dias úteis não são vinte e cinco dias corridos. Sem feriado no meio, são cerca de cinco semanas. Com dois feriados, passa de cinco semanas e meia. Vale abrir o calendário e contar, principalmente em novembro e dezembro.
As cinco etapas, uma por uma
- Conversa: você manda a foto do ambiente pelo WhatsApp e já adiantamos a leitura do que aquele vão pede. Isso não consome prazo e não custa nada.
- Medição técnica: vamos até a sua casa com o mostruário completo e a trena a laser. A visita leva cerca de uma hora por ambiente. Cada vão é medido em três alturas, porque parede não é esquadrada e a diferença entre o topo e a base chega a alguns centímetros.
- Proposta do projeto: sai com a medida real, fechada. Não é estimativa — com o número em mãos, o investimento não muda depois.
- Contrato e entrada: assinatura eletrônica pelo Autentique, sem precisar imprimir nada. A produção só inicia depois do pagamento confirmado, e é aqui que o relógio dos 25 dias úteis costuma começar.
- Produção e instalação: corte e costura acontecem nesse período, e a instalação é agendada com você dentro do prazo.
Por que a medição trava o relógio
Peça sob medida não tem estoque. Cada cortina é cortada para um vão específico, com a largura, a altura e o desaprumo daquela parede dentro da conta. Enquanto a medida real não existe, não há o que cortar — e é por isso que nenhum prazo sério pode ser contado a partir do primeiro contato.
É também por isso que a medição final é sempre nossa. A medida que você tira com a trena de casa serve para conversarmos e para você ter uma ordem de grandeza. Ela não serve para a mesa de corte, e trabalhar com ela seria transferir para você o risco de uma peça que não assenta.
O que atrasa um projeto, e quase sempre não é a fábrica
Na prática, os atrasos vêm de três lugares, nessa ordem de frequência:
- A entrada que demora a entrar. É o mais comum e o mais invisível. O cliente aprova a proposta na terça, paga no outro sábado, e conta o prazo desde a terça.
- A obra que ainda não terminou. Vão sem acabamento, gesso que ainda vai receber sanca, ponto de energia de motorizada que ainda não existe. Medir antes disso obriga a remedir depois.
- A decisão de tecido que fica em aberto. Enquanto o material não é escolhido, não há pedido a fazer. É a etapa que mais se arrasta, e a que menos parece que está consumindo prazo.
Nenhum desses três é fábrica. Todos os três são resolvíveis com antecedência — e é por isso que a gente insiste em marcar a medição cedo, mesmo que a decisão venha depois.
Manda a foto do ambiente pelo WhatsApp que a gente já conta o prazo para trás com você e vê se dá tempo com folga.
Enviar Foto do Ambiente pelo WhatsAppQuanto tempo antes você precisa decidir
Se existe uma data na sua cabeça, conte para trás a partir dela: cerca de cinco semanas úteis de produção, mais o tempo entre o seu primeiro contato e a medição acontecer, mais o tempo entre a proposta e a entrada.
Na prática, para ter a peça instalada numa data específica, o caminho confortável é marcar a medição de seis a oito semanas antes. Isso deixa folga para a escolha do material e para qualquer ajuste de obra sem apertar a produção.
Duas épocas pedem mais antecedência ainda: a virada do ano, pelos feriados de novembro e dezembro, e o começo do verão, quando o sol da tarde vira problema real em Joinville e a procura sobe.
O que acontece depois da instalação
A instalação não termina quando o trilho está no teto. Depois de pendurar, cada prega é conferida e colocada no lugar, e a peça é olhada de novo com a luz do dia — é essa parte que decide se a cortina cai reta.
Sobre garantia, o texto é este, e vale a pena ler com atenção porque o mercado costuma arredondar: os 5 anos são garantia do fabricante e cobrem as persianas e cortinas Columbia (rolô, twin, romana, plissada, painel, celular, madeira e alumínio 50 mm) e os motores Columbia. A persiana de alumínio 25 mm tem 1 ano. Nos trilhos motorizados, os 5 anos são do motor, não do trilho nem do controle. A cortina de tecido tem a garantia legal. Ver a garantia completa.
Marcar a medição técnica
A medição é sem compromisso. Vamos até você com o mostruário, medimos, e a medida fica com você mesmo que decida não seguir — tecido só diz a verdade na luz onde ele vai viver, e é por isso que o mostruário vai até a sua sala, e não o contrário.
Atendemos Joinville e região, de segunda a sexta. No sábado não há medição, mas o atendimento pelo WhatsApp continua — e se você mandar a foto do vão no fim de semana, a leitura já sai adiantada e a medição fica encaminhada para a semana.
Na Teófilo Decor, veja também cortinas de tecido em Joinville, persiana rolô em Joinville e persiana motorizada em Joinville: opções, dúvidas e visita com mostruário.